
Guten Tag amigos! Este blog trata da leitura dos livros lidos no 1º bimestre que inclui as matérias de História, Língua Portuguesa e Redação. Tais livros como, "A menina que roubava livros" de Markus Zusak, "O menino do pijama listrado" de John Boyne e "Destinatário desconhecido" de Katrine Kressmann, com a ideia de explicar a Primeira Guerra Mundial e o Nazismo.
terça-feira, 9 de abril de 2013
A menina que roubava livros
"Quando a Morte conta uma história, você deve parar para ler." essa é a contra capa da "A menina que roubava livros". Uma história emocionante, obscura e tenebrosa que uma parte da vida de Liesel Meminger, a personagem principal, é contada por uma narradora mórbida, surpreendentemente simpática. Ao perceber que a pequena ladra de livros lhe escapa, a Morte não mantém distância da menina e rastreia sua trajetória de 1939 a 1943. Traços de uma sobrevivente: a mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de Munique, uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotar seus filhos por dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai roubar ao longo dos anos. O único vínculo com a família é esta obra, que ela ainda não sabe ler. Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a conivência do pai adotivo, Hans Hubermann, um pintor de parede que dá lições de leitura para a garota. Alfabetizada sob vistas grossas da madrasta, Rosa Hubermann, Liesel canaliza urgências para a literatura. Em tempos de livros incendiados, ela os furta, ou os lê na biblioteca do prefeito da cidade. A vida ao redor é a falsa realidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança. Teme a dona da loja da esquina, colaboradora do Terceiro Reich. Faz amizade com um garoto obrigado a integrar a Juventude Hitlerista. E ajuda o pai a esconder no porão um judeu que escreve livros artesanais para contar a sua parte naquela História. A Morte, perplexa diante da violência humana, dá um tom leve e divertido à narrativa deste duro confronto entre a infância perdida e a crueldade do mundo adulto, um sucesso absoluto - e raro - de crítica e público.

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